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Artigos
Geral (20 artigos)
A Era dos Intraempreendedores


Antonio André

Doutor, pela COPPE – UFRJ, Mestre pela UFF, Especialista pelas escolas nos USA: The Wharton Schooll – University of Pennsylvania, Harvard Negotiation Institute, University of Califórnia. Fhroeling Walzverkmaschinembau, Alemanha. Fundação Vanzolini-USP e ESPM. Engenheiro pela FEI.

Presidente da Core Tecnologia Médica. Foi diretor das seguintes empresas: Grupo Gerdau, Grupo Thyssen, Promon. Realizou negócios em mais de 50 países.



para obter o arquivo, clique aqui.


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Escritório de Apoio ao Gerenciamento de Projetos: Uma Visão Detalhada
José Genaro Linhares Jr., PMP

Mestrando em Administração pela UFBA. Consultor em gerenciamento de projetos e em tecnologia da informação, com ampla experiência de campo, totalizando mais de 10.000hrs em desenvolvimento de soluções.

Membro do Project Management Institute, certificado pelo mesmo como Project Management Professional, participante dos 30º., 32º., 33º. e 35º. seminários de gerenciamento de projetos pelo PMI em 1999 realizado na Filadélfia, 2001 realizado em Nashville, 2002 em San Antonio e 2004 em Ananheim. Professor convidado ISAE/FGV.
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O empreendedor e a estratégia de vida

Mário de Queiroz Pierre Filho
Empresário, Consultor e Professor Universitário de pós-graduação (UNIP, GAMA FILHO, CANDIDO MENDES UNINORTE, ISCTE), Doutor em Gestão Global, Estratégia e Desenvolvimento Empresarial pelo ISCTE, Lisboa-Portugal, Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE/FGV/ISAE, MBA Internacional em Business Management pela FGV/ISAE e INDEG Business School – Lisboa/Portugal, Especialistas em Economia de Empresas pela UCB e em Administração Executiva pelo EBAP/ISAE/FGV.
E-mail 
pierrefilho@hotmail.com

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Sobre cigarras e formigas


Pesquisa prevê diminução da miséria em 5 anos.

(Conjuntura Social-dez/09) - Marcelo Neri



Nos próximos cinco anos, o Brasil deve reduzir o número de miseráveis pela metade e aumentar em 50% as classes A e B. A projeção é de Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Conforme sua estimativa, no início de 2015, os pobres serão apenas 8% dos brasileiros, caindo para quase um quarto da proporção que vigorava em 1993, de 35%. Em pouco mais de duas décadas (1993-2005), um contingente de 51,6 milhões de brasileiros muito pobres, numa população de 147 milhões, será reduzido para 16,1 milhões, em 222 milhões - ou seja, uma queda de quase 70% em termos absolutos, mesmo levando-se em conta o aumento populacional.



A linha de pobreza utilizada por Neri corresponde a uma renda per capita familiar de R$ 137 na média do Brasil (a linha varia de acordo com a região). Nesse conceito, que representa uma linha de pobreza relativamente baixa (alguns consideram que seja uma linha de extrema pobreza), os pobres correspondem exatamente à classe E. (Fonte: Estadão)


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Dinâmica das Estratégias (DE)

Mário de Queiroz Pierre Filho
Empresário, Consultor e Professor Universitário de pós-graduação (UNIP, GAMA FILHO, CANDIDO MENDES UNINORTE, ISCTE), Doutor em Gestão Global, Estratégia e Desenvolvimento Empresarial pelo ISCTE, Lisboa-Portugal, Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE/FGV/ISAE, MBA Internacional em Business Management pela FGV/ISAE e INDEG Business School – Lisboa/Portugal, Especialistas em Economia de Empresas pela UCB e em Administração Executiva pelo EBAP/ISAE/FGV.
E-mail
pierrefilho@hotmail.com

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Logística – Rastreamento de frotas; muito além da segurança
Carlos Renato Seabra é Mestre em Administração e Engenheiro Mecânico pela EGN/UFRJ, com pós-graduação em eletrônica. Bacharel em Ciências Navais. Possui grande vivência na área de RH, incluindo planejamento e gerenciamento de carreiras e implantação e gestão de equipe multidisciplinar; Professor convidado de cursos de MBA e Pós-graduação da FGV/ISAE Amazônia. Atua nas áreas de Logística, Produção, Trade Marketing, Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva.
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Logística – A última fronteira


Carlos Renato Seabra é Mestre em Administração e Engenheiro Mecânico pela EGN/UFRJ, com pós-graduação em eletrônica. Bacharel em Ciências Navais. Possui grande vivência na área de RH, incluindo planejamento e gerenciamento de carreiras e implantação e gestão de equipe multidisciplinar; Professor convidado de cursos de MBA e Pós-graduação da FGV/ISAE Amazônia. Atua nas áreas de Logística, Produção, Trade Marketing, Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva.


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RH estratégico pode ajudar a diminuir impactos da crise
Maria Elizabeth Pupe Johann é Coordenadora Acadêmica do MBA Gestão de Pessoas – Ênfase em Estratégias / FGV. Curso classificado entre os três melhores de RH  nos anos de 2006, 2007 e 2008, segundo o Guia VOCE SA – Mehores MBA’s do Brasil; Especialista em RH e Professora Convidada da FGV/ISAE Amazônia.
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Liderança e Criatividade


* Marcelo Carpilovsky é Mestre em Administração, Doutor em Psicologia, Professor de pós-graduação e palestrante nas disciplinas Criatividade e Inovação nas Organizações, Negociação, Comunicação Interpessoal, Processo Decisório e Gestão de Pessoas. É Professor Convidado do FGV Management e ISAE Amazônia, co-autor do livro Liderança e Motivação da Série Gestão de Pessoas/Publicações FGV Management, com cursos ministrados em empresas públicas e privadas.



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A Era dos Intraempreendedores


Prof. Antonio André Neto
Coordenador Acadêmico do MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios – ISAE/FGV



Nesta era de mudanças rápidas, a arena competitiva destrói com enorme
facilidade planos estratégicos elaborados com todo o rigor acadêmico,
porque os pensadores dos cenários considerados  não foram capazes de
contemplar as mudanças econômicas, sociais e as ações de concorrentes
globais, vindos muitas vezes do outro lado do mundo.  



Planejar se torna a cada dia, uma arte que considera um futuro de mais curto prazo.



Neste cenário, não basta ter gerentes assegurando a produtividade e a
lucratividade dos produtos que estão sendo produzidos ou dos serviços
que estão sendo prestados, porque eles podem estar obsoletos nos
próximos meses.



É necessário inovar, todo o tempo. É necessário ter novas idéias e a
capacidade de transforma-las em produtos e serviços, disponíveis para
os clientes em prazos curtíssimos. Para isto é preciso ter talento. As
empresas costumam ter em seus quadros pessoas talentosas, capazes de
realizar coisas incríveis, muitas vezes, elas não tiveram a
oportunidade de mostrar o seu talento porque não encontraram na
organização um ambiente que lhe permitisse e estimulasse usar os
talentos que têm. Estes profissionais, uma vez que lhes sejam tiradas
as barreiras organizacionais podem se transformar nos 
intraempreendedores, os empreendedores corporativos.



Todas as organizações, por menores que sejam, tem nos seus quadros
profissionais de talento. A obtenção de diferenciais competitivos está
intimamente ligada a como estes talentos são identificados, estimulados
e aproveitados. O grande desafio portanto é utilizar com o máximo de
eficiência os talentos que se têm e estimula-los a empreender.



Para que os intraempreendedores surjam é necessário um ambiente
propício onde a atitude empreendedora seja valorizada. A nação mais
poderosa do mundo, os EUA, é um berço de empreendedores porque aquela
sociedade valoriza a atividade empreendedora. Os EUA têm 30 milhões de
empresas e, virtualmente, todos os novos empregos provêm das novas
empresas e não das grandes empresas já estabelecidas.


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