Mestrando em Administração pela UFBA. Consultor em gerenciamento de projetos e em tecnologia da informação, com ampla experiência de campo, totalizando mais de 10.000hrs em desenvolvimento de soluções.
Membro do Project Management Institute, certificado pelo mesmo como Project Management Professional, participante dos 30º., 32º., 33º. e 35º. seminários de gerenciamento de projetos pelo PMI em 1999 realizado na Filadélfia, 2001 realizado em Nashville, 2002 em San Antonio e 2004 em Ananheim. Professor convidado ISAE/FGV.
Mário de Queiroz Pierre Filho Empresário, Consultor e Professor Universitário de pós-graduação (UNIP, GAMA FILHO, CANDIDO MENDES UNINORTE, ISCTE), Doutor em Gestão Global, Estratégia e Desenvolvimento Empresarial pelo ISCTE, Lisboa-Portugal, Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE/FGV/ISAE, MBA Internacional em Business Management pela FGV/ISAE e INDEG Business School – Lisboa/Portugal, Especialistas em Economia de Empresas pela UCB e em Administração Executiva pelo EBAP/ISAE/FGV. E-mail pierrefilho@hotmail.com
Nos próximos cinco anos, o Brasil deve reduzir o número de miseráveis pela metade e aumentar em 50% as classes A e B. A projeção é de Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Conforme sua estimativa, no início de 2015, os pobres serão apenas 8% dos brasileiros, caindo para quase um quarto da proporção que vigorava em 1993, de 35%. Em pouco mais de duas décadas (1993-2005), um contingente de 51,6 milhões de brasileiros muito pobres, numa população de 147 milhões, será reduzido para 16,1 milhões, em 222 milhões - ou seja, uma queda de quase 70% em termos absolutos, mesmo levando-se em conta o aumento populacional.
A linha de pobreza utilizada por Neri corresponde a uma renda per capita familiar de R$ 137 na média do Brasil (a linha varia de acordo com a região). Nesse conceito, que representa uma linha de pobreza relativamente baixa (alguns consideram que seja uma linha de extrema pobreza), os pobres correspondem exatamente à classe E. (Fonte: Estadão)
Mário de Queiroz Pierre Filho Empresário, Consultor e Professor Universitário de pós-graduação (UNIP, GAMA FILHO, CANDIDO MENDES UNINORTE, ISCTE), Doutor em Gestão Global, Estratégia e Desenvolvimento Empresarial pelo ISCTE, Lisboa-Portugal, Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE/FGV/ISAE, MBA Internacional em Business Management pela FGV/ISAE e INDEG Business School – Lisboa/Portugal, Especialistas em Economia de Empresas pela UCB e em Administração Executiva pelo EBAP/ISAE/FGV. E-mail pierrefilho@hotmail.com
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Logística – Rastreamento de frotas; muito além da segurança Carlos Renato Seabra é Mestre em Administração e Engenheiro Mecânico pela EGN/UFRJ, com pós-graduação em eletrônica. Bacharel em Ciências Navais. Possui grande vivência na área de RH, incluindo planejamento e gerenciamento de carreiras e implantação e gestão de equipe multidisciplinar; Professor convidado de cursos de MBA e Pós-graduação da FGV/ISAE Amazônia. Atua nas áreas de Logística, Produção, Trade Marketing, Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva.
Carlos Renato Seabra é Mestre em Administração e Engenheiro Mecânico pela EGN/UFRJ, com pós-graduação em eletrônica. Bacharel em Ciências Navais. Possui grande vivência na área de RH, incluindo planejamento e gerenciamento de carreiras e implantação e gestão de equipe multidisciplinar; Professor convidado de cursos de MBA e Pós-graduação da FGV/ISAE Amazônia. Atua nas áreas de Logística, Produção, Trade Marketing, Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva.
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RH estratégico pode ajudar a diminuir impactos da crise Maria Elizabeth Pupe Johann é Coordenadora Acadêmica do MBA Gestão de Pessoas – Ênfase em Estratégias / FGV. Curso classificado entre os três melhores de RH nos anos de 2006, 2007 e 2008, segundo o Guia VOCE SA – Mehores MBA’s do Brasil; Especialista em RH e Professora Convidada da FGV/ISAE Amazônia.
* Marcelo Carpilovsky é Mestre em Administração, Doutor em Psicologia, Professor de pós-graduação e palestrante nas disciplinas Criatividade e Inovação nas Organizações, Negociação, Comunicação Interpessoal, Processo Decisório e Gestão de Pessoas. É Professor Convidado do FGV Management e ISAE Amazônia, co-autor do livro Liderança e Motivação da Série Gestão de Pessoas/Publicações FGV Management, com cursos ministrados em empresas públicas e privadas.
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A Era dos Intraempreendedores Prof. Antonio André Neto Coordenador Acadêmico do MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios – ISAE/FGV
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Qualidade de vida no trabalho Professor Doutor Marcus Vinicius Carvalho Rodrigues - Coordenador do Mestrado em Gestão de Empresas do ISCTE
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Equipes de trabalho nas organizações Professor Doutor Marcus Vinicius Carvalho Rodrigues - Coordenador do Mestrado em Gestão de Empresas do ISCTE
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SÉRIE: Três olhares sob uma mesma realidade Luciano Salamacha. Cursou MBA em Gestão Empresarial pelo ISAE/FGV no Paraná. Empresário e consultor de empresas, hoje compõe a equipe de professores da instituição.
JOSÉ ANGELO VALLE, coordenador acadêmico da FGV, informa que o curso se aplica a qualquer classe profissional, como engenharia, tecnologia de informação, telecomunicações, biotecnologia e tecnologia em geral, farmacêutica, aeronáutica, etc., bem como, a quem trabalha com Projetos de qualquer natureza e qualquer tamanho, qualquer porte econômico, em qualquer região geográfica. Temos muitos Projetos sociais e Projetos governamentais que poderiam ter melhor desempenho se fossem melhor gerenciados. Há muito dinheiro nacional e internacional pronto para financiar bons projetos. O que falta ao Brasil são os bons Projetos. Os alunos nas universidades são formados para ser empregados e não para ser empreendedores, Gerentes de Projetos. O curso trata da formação de Gerentes, desenvolvendo, conceitos e fatores críticos de sucesso em Projetos.
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Por que fazer MBA em Gestão Empresarial? É um curso com Visão Executiva: O MBA Executivo em Gestão Empresarial é um curso que prepara especialistas para assumirem funções e posições executivas em empresas privadas ou publicas, nacionais ou estrangeiras.
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Por que gestão estratégica de vendas? Nos últimos anos, as organizações têm destinado poucos recursos ao front line por não valorizarem a importância de se gerenciar e relacionar com os clientes. Este fato torna as empresas frágeis diante do aumento da concorrência ao nível global e das crescentes exigências e necessidades dos consumidores atuais.
Mario de Queiroz Pierre Filho é Empresário do ramo da Informatica; Professor de Graduação do CIESA, UNIP, UEA e de Pós-graduação na UFAM e FIRB; Consultor Empresarial; Doutorando em Gestão Global, Estratégia e Desenvolvimento Empresarial pelo ISCTE – Lisboa/Portugal, Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE/FGV, MBA Internacional em Gestão Empresarial pelo FGV/ISCTE, Pós-graduado em Administração de Empresas Executivo pela EBAPE/FGV, em Marketing de Serviços pela EPGE/FGV, em Economia de Empresas pela UCB e em Gestão da Qualidade e da Produtividade pela UFAM. Para acessar o artigo clique aqui
Empresário do ramo da Informatica; Professor de Graduação do CIESA, UNIP e UEA, de Pós-graduação na UFAM e FIRB; Consultor Empresarial; Doutorando em Gestão Global, Estratégia e Desenvolvimento Empresarial pelo ISCTE – Lisboa/Portugal, Mestre em Gestão Empresarial pela EBAPE/FGV, MBA Internacional em Gestão Empresarial pelo FGV/ISCTE, Pós-graduado em Administração de Empresas Executivo pela EBAPE/FGV, em Marketing de Serviços pela EPGE/FGV, em Economia de Empresas pela UCB e em Gestão da Qualidade e da Produtividade pela UFAM.